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O Pensamento Humano

Trabalho por Daniela Ludviger Ingui, estudante de Colegial @ , Em 22/04/2003

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Pensamento Humano 


"O que é que existe?"

As pessoas de gerações diferentes pensam e agem de forma diferente. Há uma forte relação entre o momento histórico e o pensamento, sendo esse de uma forma geral, influenciado pelas transformações que sofre a sociedade.

Recapitulação até os dias atuais:


IDADE ANTIGA
(séc VII a.C.): Desprovido de outros recursos para interpretar certos eventos, o homem interpretava o mundo que o cercava através de histórias que apresentassem uma resposta para os eventos observados. Tratam-se dos mitos, que são histórias criadas sobre certas situações ou fenômenos quando para ele não são encontradas explicações. Envolviam deuses de características humanas e sentimentos que os humanos teriam que suportar ou desfrutar. Começam a ver a natureza e as relações humanas de uma forma mais realista e reflexiva.

O grande passo, no entanto, foi dado no século V pelos sofistas. O sofismo foi uma orientação genérica, onde seus princípios se baseavam: no conhecimento que devia se concentrar nos problemas do homem, "O homem é a medida de todas as coisas" Protágoras; e o relativismo das noções de verdade, justiça, bondade e moral.

O grande instrumento dos sofistas para defender seus argumentos era a retórica (arte de bem falar). Por isso, que foram importantes para a sistematização do estudo, pois viviam como "professores". Na verdade, orientavam discípulos de suas teorias, que influenciariam todo o pensamento racionalista ocidental.

Filósofos:

Sócrates "Só sei que nada sei". Resume a sua forma de encarar o conhecimento como investigação permanente.

Evidencia a busca contínua, marcada por uma profunda desordem interior.

Platão - discípulo de Sócrates, fundou a Academia de Atenas. Para ele existiam noções e idéias perfeitas que dirigiam todas as coisas do universo, inatingíveis para a maioria dos homens mas que deveria ser buscadas pelos filósofos.

A crença por um destino predestinado é marcada pela aceitação da inferioridade humana, que encontra-se submissa, pois sua vida não é moldável, apenas adaptável a uma vida já estabelecida por um ser infinitamente superior. E esta adaptação seria justamente a busca do filósofo, que são homens dotados de um poder de interpretação maior que o dos homens comuns. Por isso, Platão cria uma Academia de filósofos, para limitar a atuação dos demais.

Aristóteles - discípulo de Platão; observou que a natureza está em constante movimento (nascimento, transformação, destruição). Acreditava que as idéias e a abstração deveriam partir da realidade concreta.

Partidário de uma concepção que surgiria mais a diante: o Racionalismo, onde as verdades para serem aprovadas e aceitas precisam primeiro serem comprovadas a partir de experimentações.

Existiram ainda filósofos das mais diferentes áreas do conhecimento humano: Heródoto (História), Tucídides, Tales (Matemática), Pitágoras, Euclides, Hipócratas (Medicina)....

Heráclito foi um pensador pré-socrático conhecido como "O Obscuro". Afirmava que na vida, todas as coisas, boas e más, devem passar. Como Tales de Mileto, achava que todas as coisas eram feitas de um única e permanente substância, a qual tinha de ser um dos "quatro" elementos (terra, ar, fogo, e água). Tales escolheu a água, Heráclito, o fogo. "O raio dirige todas as coisas". Para ele, o mundo é como uma chama de vela: sempre o mesmo em aparência, mas sempre mudando em substância. Seu exemplo mais famoso desse paradoxo: "Tudo flui e nada permanece; tudo se afasta e nada fica parado... Você não consegue se banhar duas vezes no mesmo rio, pois outras águas e ainda outras sempre vão fluindo...É na mudança que as coisas acham repouso".

Da mesma forma, todo o mundo está em permanente fluxo; a mudança é constante. "Tudo muda exceto a