Fazer pesquisa em uma ou mais carreiras específicas:

Administração Agronomia Arquitetura Arquivologia Arte Astronomia Biblioteconomia Biologia
Bioquímica Cinema Ciências Sociais Colegial Comunicação Contabilidade Desenho Industrial Direito
Diversos Economia Educação Física Enfermagem Engenharia Estatística Farmácia Filosofia
Fisioterapia Fonoaudiologia Geografia História Hotelaria Informática Letras Marketing
Medicina Nutrição Odontologia Pedagogia Produção Cultural Psicologia Química Rel. Internacionais
Secretariado Executivo Serviço Social Terapia Ocupacional Turismo Veterinária Zootecnia


Compartilhe

Tag Cloud

O Brasil e a Globalização no Sec. XXI

Trabalho por Elen de Amorim, estudante de Administração @ , Em 30/05/2004

5

Tamanho da fonte: a- A+

O Brasil e a Globalização no Século XXI


Resumo:
O Estado brasileiro no século XXI nos mostra que vivemos em uma sociedade em que as mudanças ocorrem incessantemente, dinâmica, instável e evolutiva. E quem não se adapta a esse novo processo, conseqüentemente, ficará para trás, a adaptação a essa realidade será, cada vez mais, uma questão de sobrevivência. E os motivos para essa incessante aceleração da historia e instabilidade dos dias de hoje é a globalização.


Palavras –chave:
velocidade das mudanças, globalização, evolução, trabalho, classes sociais.


Introdução

Numa época de complexidades organizacionais, com incertezas em um ambiente globalizado, como o de hoje, compreender e aceitar os desafios representa um dos mais importantes compromissos da sociedade. Não vemos mais o tempo passar. Os dias, os meses, os anos, passam com uma velocidade incrível e a causa dessa aceleração na historia é, a principio, a globalização. Esta consiste na maior integração entre os mercados produtores e consumidores. A adaptação a essa realidade é fundamental para a sobrevivência de qualquer pessoa, pois essa instabilidade causada por esse processo de aceleração poderá deixar muita gente para trás, e o melhor que uma pessoa pode fazer é mudar também.


A Globalização

Globalizar, como diz o próprio nome, é considerado como centro de uma esfera: significa que nada ficará fora da competição global que se instala rapidamente a cada momento no mundo inteiro. Não é só o nosso país, é realmente o mundo inteiro que sofre essa mudança. Podemos sentir isso também observando o ciclo de vida dos produtos e no que podemos observar é que no nosso Estado, as coisas acontecem de forma gradativamente lenta. A tecnologia no Japão é surpreendente, se em geral, a cada 6 meses no mercado, o produto já tem outro pronto a substituí-lo, no Japão acontece muito mais rápido. Como exemplo podemos falar dos carros, motos, computadores, televisores e etc. A General Motors, por exemplo, lança no Brasil um novo modelo de carro a cada 3 meses, e os outros mais rápido ainda.

Até outro dia, os produtos "duravam" anos, o consumidor num mercado fechado como era o brasileiro não se apercebia da defasagem entre o Brasil e mercados mais desenvolvidos. Hoje é diferente. O Brasil mudou, as pessoas mudaram, o mundo mudou.

O Estado brasileiro já foi analisado como um poder acima dos diferentes segmentos da população, ou classes sociais, tendo por papel ser um árbitro dos conflitos, ou contradições, gerados no conjunto da sociedade; foi também, como instrumento da classe alta para manter seu poder enquanto classe baixa do capital, mas que mantém uma "autonomia relativa" em relação à classe alta o que lhe possibilitaria atender algumas das reivindicações das classes trabalhadoras. No decorrer da história, o Estado foi ganhando qualificativos – liberal, neo-liberal, assistencial, de bem-estar social, autoritário, ditatorial, democrático, etc. que procuravam, ao lado de uma concepção geral do Estado colocar suas determinações conjunturais e históricas particulares Nesse sentido, delimitar uma concepção de Estado tem significado o entendimento da sociedade burguesa e do movimento do capital, sem descolar o Estado da história da sociedade. Pode-se afirmar, portanto, que o capitalismo impõe ao Estado funções que respondam às suas necessidades de expansão, circulação e acumulação. Conceptualizar o Estado significa, então, resgata-lo no âmbito do movimento do capital. No capitalismo tardio , as principais funções do Estado são:

1. criar as condições gerais de produção que não podem ser asseguradas pelas atividades privadas dos membros da classe dominante; 2. reprimir qualquer ameaça das classes dominadas ou de frações; 3. integrar as classes dominadas, garantir que a ideologia da sociedade continue sendo a da classe dominante e, em conseqüência, que as classes exploradas aceitem