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Filme - O Nome da Rosa

Trabalho por Cleide Costa e Silva Cavalcante, estudante de Administração @ , Em 25/03/2004

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Filme o Nome da Rosa


O resumo critico do filme "O nome da Rosa" realizado para a disciplina "Português Instrumental", do 1º semestre do Curso de Administração-Geral, lecionada pela Drª. Marialva Oliveira


RESUMO CRÍTICO DO FILME
"O Nome da Rosa"

Em 1327 William de Baskerville (Sean Connery), um monge franciscano, e Adso von Melk (Christian Slater), um noviço que o acompanha, chegam a um remoto mosteiro no norte da Itália. William de Baskerville pretende participar de um conclave para decidir se a Igreja deve doar parte de suas riquezas, mas a atenção é desviada por vários assassinatos que acontecem no mosteiro. William de Baskerville começa a investigar o caso, que se mostra bastante intringado, além dos mais religiosos acreditarem que é obra do Demônio. William de Baskerville não partilha desta opinião, mas antes que ele conclua as investigações Bernardo Gui (F. Murray Abraham), o Grão-Inquisidor, chega no local e está pronto para torturar qualquer suspeito de heresia que tenha cometido assassinatos em nome do Diabo. Considerando que ele não gosta de Baskerville, ele é inclinado a colocá-lo no topo da lista dos que são diabolicamente influenciados. Esta batalha, junto com uma guerra ideológica entre franciscanos e dominicanos, é travada enquanto o motivo dos assassinatos é lentamente solucionado.


RESUMO CRÍTICO

O Nome da Rosa é um mergulho nos anos de 1316 a 1334 quando João XXII era o Papa. Sete mortes misteriosas ocorrem durante aquela semana e todas elas ligadas à existência ou não de um livro de Aristóteles sobre a Comédia.

O filme relata o histórico dos tempos medievais, retratando o quotidiano dos monges de uma abadia e as querelas religiosas que se faziam sentir fora desse microcosmos, "O Nome da Rosa" contém ainda todos os elementos de um romance policial, onde o suspense, as ambigüidades e o mistério se misturam na perfeição com uma linguagem tão viva como erudita.

Culturalmente, destaca-se o movimento renascentista que surgiu em Florença no século XIV e se propagou pela Itália e Europa, entre os séculos XV e XVI. O renascimento, enquanto movimento cultural, resgatou da antiguidade greco-romana os valores antropocêntricos e racionais, que adaptados ao período, entraram em choque com o teocentrismo e dogmatismo medievais sustentados pela igreja.

No filme, o monge franciscano representa o intelectual renascentista, que com uma postura humanista e racional, consegue desvendar a verdade por trás dos crimes cometidos no mosteiro.

Estranhas mortes começam a ocorrer num mosteiro beneditino localizado na Itália durante a baixa idade média, onde as vítimas aparecem sempre com os dedos e a língua roxos. O mosteiro guarda uma imensa biblioteca, onde poucos monges têm cesso às publicações sacras e profanas.

Com a chegada de um monge franciscano, incumbido de investigar os casos, irá mostrar o verdadeiro motivo dos crimes, resultando na instalação do tribunal da santa inquisição.

O filme nos faz lembrar do confronto entre o Papa João XXII e o Imperador Luís II da Baviera, como paradigma da luta entre Igreja e Estado pelo controle da sociedade daquela época. Os protagonistas ligados ao Papado e ao Império utilizavam as riquezas, as disputas teológicas, e até os pequenos acontecimentos do dia-a-dia para se confrontarem visando a superintendência e o controle do poder na sociedade medieval. Nesse combate, utilizava-se igualmente a táctica da infiltração no campo do adversário. Daí este confronto político conduzir a outro, mais profundo, que seria o do controle do poder dentro da própria Igreja.

E é neste ponto que se concentram as questões mais complexas abordadas pelo O Nome da Rosa. No tempo em que decorre o romance - início do século XIV - registravam-se grandes controvérsias filosóficas como: As questões dos universais, que