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Tópicos da Odontologia

Trabalho por Marcelo Khalil, estudante de Odontologia @ , Em 29/07/2003

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ODONTOLOGIA


A boca é a cavidade orgânica mais sujeita a traumatismos e infecções, além de, com relativa freqüência, manifestar doenças gerais como avitaminose e perturbações infecciosas. Por isso, o odontólogo é preparado para identificar disfunções no organismo como um todo, o que lhe permite colaborar com outros profissionais da área da saúde.

Odontologia é a parte da medicina que, com a finalidade de conhecer, prevenir e curar, estuda os dentes e suas relações com as mucosas da cavidade bucal, os lábios e as bochechas, a língua e o assoalho da boca, o palato duro e o palato mole, os maxilares e a mandíbula, os músculos da mastigação e articulação têmporo-mandibular, as glândulas salivares, a irrigação sangüínea e a drenagem linfática dessas regiões.


História
. O aprendizado da odontologia obedeceu em princípio aos moldes das corporações medievais, em que um indivíduo que desejava seguir uma profissão associava-se a um "mestre". O ensino especializado só teve início em 1840, nos Estados Unidos, com a criação do Baltimore College of Dental Surgery. Na mesma época foram fundadas a primeira revista de odontologia, The American Journal of Dental Science, e a primeira associação de classe, The American Society of Dental Surgeons (Sociedade Americana de Cirurgiões Dentistas).

No Brasil, somente em 1844 foram anexados cursos de odontologia, com dois anos de duração, às faculdades de medicina do Rio de Janeiro e da Bahia. Em 1933 foi concedida autonomia à atual Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e o curso passou a durar três anos, com 12 matérias ministradas ao longo desse período. O curso de odontologia foi estendido, em 1950, para quatro anos, duração que predomina em muitos países. Em outros, como Portugal, França e Itália, a odontologia (dita estomatologia) é uma especialização concluída em dois anos, após o curso de medicina.


Doenças odontológicas
. Cárie dentária. Doença crônica de maior incidência na espécie humana, a cárie destrói os tecidos calcificados dos dentes de forma progressiva e irreversível. Atinge as pessoas de ambos os sexos, de todas as idades e de todas as raças. É causada por uma associação de bactérias cuja proliferação é muitas vezes favorecida por resíduos de alimentos esquecidos entre os dentes. Sua prevenção depende não só da higiene bucal mas também da dieta. É fundamental escovar os dentes após as refeições, ou ao menos bochechar, e escovar e passar fio dental à noite antes de deitar. Quanto à dieta, estudos recentes comprovam que o excesso de carboidratos, ou açúcares, acarreta rápida degeneração dos dentes. A carência de vitamina D, vital para a formação do esmalte, ou da vitamina C, de que depende a saúde das gengivas, pode provocar sérias doenças. Visitas periódicas ao dentista ajudam a detectar infecções em estágio inicial de desenvolvimento e outras anomalias e permitem que sejam tomadas medidas preventivas para evitar que o mal se alastre.

No Brasil as cáries são classificadas de acordo com os tecidos afetados. Podem ser: de esmalte, de cemento, da dentina superficial e da dentina profunda. A profilaxia da cárie com flúor, dissolvido nas águas de consumo, ou aplicado sobre os dentes, reduz em cerca de quarenta por cento sua incidência.


Periapicopatias
. As afecções da região periapical das raízes dentárias são chamadas periapicopatias e resultam da infeção e degeneração da polpa. Essa denominação inclui o abscesso dentário (processo inflamatório purulento caracterizado pela destruição dos tecidos periapicais), o granuloma (pequeno tumor crônico que envolve a ponta da raiz dentária infectada) e o cisto (tumor de origem epitelial).

O abscesso pode ser agudo ou crônico: a fase aguda é acompanhada de dores violentas, de latejamento, febre etc. A drenagem, espontânea ou cirúrgica, da formação purulenta, proporciona alívio imediato ao paciente. Na fase crônica, apresenta